Visões antropológicas de Schopenhauer, Nietzsche e Freud

Breve anáĺise entre as conclusões imortais da filosofia moderna. Temos respectivamente as seguintes visões antropológicas dos filósofos Schopenhauer, Nietzsche e do médico e precursor da psicanálise Sigmund Freud. Para Arthur Schopenhauer, o homem é movido pela vontade, pela carência de algo. O desejo, segundo ele, é o desejo de algo que nos falta e se há falta há sofrimento consciente dessa falta. Assim, interpretado como o pensador do pessimismo, embora inicialmente nos cause essa impressão, se distanciarmos sua filosofia do julgo emocional e buscarmos neste uma visão livre de pré-concepções, alicerçada na razão simplesmente, temos uma filosofia tendendo a um realismo trágico sobre a compreensão do que é felicidade, e neste ponto, reforço que esta é minha opinião a cerca deste filósofo, onde as idéias transitam entre um positivismo crítico e um negativismo dismistificador e questionador do avanço antropológico. Nem tão distante e sem dúvida alguma fortemente influenciado pelas idéias niilistas de Schopenhauer, temos a vontade de potência como instintos primeiros e vitais ao homem e o eterno retorno como visão antropológica nos pensamentos de Nietzsche, que enxerga a evolução do homem comum através das mãos do homem lapidado e livre dos pensamentos enraizados na história. Do homem capacitado para evoluir e compreender aquilo que os rudimentares homens não alcançarão. Nessa ascenção transformadora antropológica Nietzsche aponta para um homem capaz de reconhecer em si mesmo o próprio Deus, o super-homem e libertar-se dos esteriótipos e preceitos que engessam o novo. Numa sequência do saber moderno e muito próximo dos pensadores supracitados, temos a busca da compreensão e da valorização do comportamento humano, do homem cognitivo que é construído através de mecanismos simbólicos. Freud, atento ao cietificismos, sugere que somos movidos pelos impulsos (algo similar ao desejo schopenhauriano) ora reprimidos e pela força incosciente da pisque (uma espécie de vontade de potência nitzchiniana reprimida) como pressuposto filosófico do racionalismo. Obviamente aqui discorro de forma ultrasintética sobre esses pensadores que formularam teorias e pensamentos que os levaram a tais conclusões. Mas, em todos eles há, de certa forma, uma coerência filosófica antropológica, desfavorencendo o pensamento mítico-religioso e fortalecendo um ceticismo racionalizador antropológico e que vejo com bons olhos para nos auxiliar na jornada do auto-conhecimento e conceber uma visão mais apurada relativa a ortodoxia divinista.

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