Livres pensamentos análogos.

“O eu de cada um, físico e metafísico, assemelha-se aos instrumentos musicais. Fartos de belos tons, com difíceis notas são complexos aprendizados para uns, naturalmente fáceis para outros. De beleza sublime quando orquestrados adequadamente. Cansativos, quando repetem-se excessivamente. Lindos quando há lirismo, porém monótonos quando não evoluem. Análogamente somos como instrumentos musicais, com formas e tons específicos, ora sublimes e delicados, ora desafinados e rudes, todos impares e igualmente necessários na composição da sinfonia do coletivo existir. Como a música, seja ela proveniente de qual  instrumento for, a vida, de quem quer que seja, não deve calar”. (batschauer)

 

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