Discurso do Método

Entre 1633 a 1636, René Descartes termina a redação do Discurso do Método. No ano seguinte, em 1637 publica a obra inaugural da filosofia moderna. A primeira escrita em língua vulgar, isto é, o Francês. Naquela época, as obras filosóficas eram escritas em Latim e voltadas apenas para os “doutos”. Descartes tinha o próposito de alcançar um público maior. Desejava que pessoas dotadas de “bom senso” ou “razão” alcançassem os assuntos humanos em geral.

Contrário a idéia do pré-conhecimento, do pré-conceito que, segundo ele, induzia todos ao erro comum do aprendizado, a mera aceitação do modo habitual de pensar, desenvolveu um método próprio para acessar idéias novas e verdadeiras que fossem imunes a tais vícios de pensamento. Sua luta era por um mundo onde a fé não ordenasse as relações humanas, mas ficasse confinada a um lugar específico, ao culto de cada um, não invandindo as esferas dos costumes, da política, da filosofia e da ciência em geral.

Nesta obra, o precursor do racionalismo, apresenta seus métodos e suas regras aqueles que buscam o conhecimento livre dos pensamentos pré-concebidos, inaugurando portanto, a escola moderna da filosofia.

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